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“Nós trupica, mas não cai”!

Aí você está de férias e convida a sua mãe que já passou dos 70 (só posso falar a idade aproximada) para fazer um passeio pelo centro da cidade. Ela sai animada, pensa em gastar alguns trocos da aposentadoria, ver algumas vitrines e comprar alguma coisinha.

Depois de umas voltas você resolve deixar o carro em um estacionamento, por dois motivos: encontrar uma vaga (nem as dos idosos estavam livres) e se livrar do assédio dos flanelinhas.

E lá vão vocês duas, de braços dados, pela avenida Brasil, no coração de Foz do Iguaçu.

Logo na saída da primeira loja, somos abordadas por um rapaz pedindo dinheiro. Comentamos sobre o fato segunda loja e disseram que isso é “normal”. Aí, na saída da segunda loja, um flanelinha veio nos dizer que “tinha cuidado bem do nosso carro”. Oi?? Sei!!

Continuamos o passeio e por duas vezes, se não estivesse apoiada em meu braço, minha mãe teria se espatifado na calçada. Eu também não me livrei das “ondas” da avenida Brasil. “Nós trupica, mas não cai”!

Depois de surfar por mais umas quadras… encerramos o passeio e as compras. A lembrança boa? Sim… meu lado Pollyana gostou da atenção e do carinho das vendedoras e do ar gelado dentro das lojas. De resto… só marola.

Já na avenida República Argentina, fiquei me perguntando: por que as calçadas são tão mal cuidadas nesta cidade? Tá difícil caminhar, passear e… bom.. quanto a olhar vitrines, nem pensar. Pra não cair, o jeito é ficar olhando pro chão.

As ondas da avenida Brasil…


E as valas da República Argentina….

Cris Loose

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