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Saúde orienta sobre acidentes com animais venenosos e peçonhentos

Os peçonhentos são animais que têm a capacidade de injetar substâncias tóxicas pelas suas presas. Já os venenosos são aqueles que causam envenenamento passivo por ingestão ou contato, como as lagartas ou taturanas, os sapos e peixes, como o baiacu. (Foto: SESA)

A Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações (DVZI) da Secretaria de Estado da Saúde registra anualmente, em média, 17 mil acidentes com animais venenosos e peçonhentos. São notificações de picadas com ou sem gravidade que passaram pelo sistema de saúde. Entre os acidentes ocorridos no último ano, 14 pessoas morreram após serem picadas por algum animal peçonhento ou venenoso. Seis mortes foram causadas por serpentes, duas por aranhas e outras seis por abelhas.

De acordo com o chefe da DVZI, biólogo Emanuel Marques da Silva, nos períodos mais quentes do ano, que coincidem com as férias, há um aumento de circulação de pessoas em áreas mais afastadas, como trilhas, parques e atividades ao ar livre, o que aproxima as pessoas do ambiente natural dos animais.

Para o biólogo, “também é comum que as pessoas viajem nessa época e deixem as casas fechadas. O ambiente fica escuro e sem a interferência humana os os animais saem dos seus locais e percorrem mais livremente as residências. Ao retornar é comum encontrá-los em diversos locais de risco para o acidente”.

Saiba como se proteger: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=105374&tit=Saude-orienta-sobre-acidentes-com-animais-venenosos-e-peconhentos

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