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Turistas e guias reclamam da demora na aduana brasileira, na fronteira com a Argentina

Turistas e guias reclamam das filas na Aduana Brasileira da Ponte Tancredo Neves. A foto mostra o movimento no fim da tarde de segunda-feira (17).

Guias e turistas que passaram ontem (17) pela aduana brasileira, na Ponte Tancredo Neves, reclamaram da demora para regularizar a documentação de entrada ou de saída. De acordo com eles, a fila era a mesma para quem estava indo para a Argentina e para quem estava voltando, e havia apenas três pessoas para atender todo mundo. Uma demora de até 40 minutos, apenas do lado brasileiro.

Vale lembrar que do outro lado da ponte, na migração Argentina, os turistas passam por um procedimento parecido que também é demorado. Ou seja: só com os trâmites burocráticos, os visitantes podem perder mais de uma hora, sempre que atravessam a fronteira em grupos.

De acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Federal de Foz do Iguaçu, os atendentes da migração são terceirizados, mas há policiais supervisionando o atendimento. A PF informou ainda que as filas de entrada e de saída são diferentes e os atendentes se dividem entre elas dependendo da demanda. De acordo com a informação repassada pela Polícia Federal, durante o período das férias, até o dia 15 deste mês, as equipes foram reforçadas tanto na Ponte Tancredo Neves (Argentina) quanto na Ponte da Amizade (Paraguai).

A assessoria também informou que já foi feito um pedido para que este reforço seja permanente e assim diminuir a demora tanto na entrada quanto na saída do Brasil, porém ainda não há uma reposta definitiva.

Cris Loose

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