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Litoral abriga tesouros da história, cultura e natureza

(Foto: AEN)

Antonina e Morretes, no Litoral do Paraná, são verdadeiros redutos da história e da cultura do Paraná. Elas estão entre as mais antigas do Estado e permitem reencontro com o passado pelas artes, monumentos, casarões e marcas dos ciclos econômicos.

Antonina já recebeu um show de Carmen Miranda, hospedou Dom Pedro II, Olavo Bilac e Santos Dumont, foi sede das indústrias Matarazzo, mandou pracinhas para a 2ª Guerra Mundial, acolheu Belarmino e Gabriela (autores da canção “As Mocinhas da Cidade”) e deu à luz Caetano Munhoz da Rocha, presidente do Paraná durante a República Velha.

Morretes teve o primeiro Theatro do Estado, guarda um sino de Portugal na sua igreja matriz, e é berço de José Francisco da Rocha Pombo, que integrou a Academia Brasileira de Letras, autor do clássico “História do Brasil”, e de Mirtillo Trombini, célebre pintor do cotidiano e das pessoas da cidade.

O Centro da cidade também preserva os casarões de muitas beiras, que são aqueles prolongamentos de telhado sobre as paredes externas e partícipes do ditado “sem eira nem beira”, que indica os ricos e suas casas com camadas para o lado de fora (muitas beiras), ao contrário dos lares dos pobres, desguarnecidos de quase tudo.

“É impossível passar anuviado pelas duas cidades. Elas contam as histórias dos ciclos econômicos do Paraná, permeadas de conflitos, heróis e mitos. São pequenos tesouros do Estado”, resume Rudi Haupt, criador do parque temático Hisgeopar (História e Geografia do Paraná), em Morretes.

Leia mais e se apaixone: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=105822&tit=Litoral-abriga-tesouros-da-historia-cultura-e-natureza

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