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Pesquisadores testam luzes de LED para evitar ataques de onças a rebanhos na região do Parque Nacional do Iguaçu

(Foto: Projeto Onças do Iguaçu/Gentileza)

De acordo com o último censo feito por pesquisadores brasileiros e argentinos, em 2018, 105 onças-pintadas viviam na região de fronteira entre o Brasil e a Argentina. O número é 16% maior do que na comparação com 2016.

Pesquisadores da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) estão testando luzes de LED para tentar evitar ataques de onças-pintadas a rebanhos que vivem em propriedades da região do Parque Nacional do Iguaçu, no oeste do estado.

A técnica foi desenvolvida com leões em um parque do Quênia, na África. A ideia visa preservar as onças-pintadas e evitar o prejuízo de trabalhadores rurais na região.

O professor Pedro Luiz de Paula Filho, do curso de Ciências da Computação da UTFPR, explica que o sistema simula que uma pessoa esteja passando constantemente pelo local, se movimentando com uma lanterna.

As luzes acendem automaticamente com o cair da noite. Pelo menos três propriedades no entorno do Parque Nacional do Iguaçu já estão testando a técnica.

A coordenadora do projeto Onças do Iguaçu, que estuda e monitora as onças-pintadas na região, Yara Barros, diz que o trabalho precisa ser feito de maneira integrada. De acordo com Yara, o descarte incorreto de carcaças de gado tem atraído os animais para as propriedades. O profissional explica que o correto é enterrar o rebanho que morreu. Jogar uma camada de cal também pode ajudar a evitar que o cheiro atraia onças-pintadas e outros animais.

Leia mais: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2020/02/25/pesquisadores-testam-luzes-de-led-para-evitar-ataques-de-oncas-a-rebanhos-na-regiao-do-parque-nacional-do-iguacu.ghtml

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