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Jornalista relata “zero controle” em aeroportos e na fronteira

(Foto: Kellt Ferreyra/LaVozDeCataratas)

A Jornalista argentina Kelly Ferreyra viajou para os Estados Unidos há algumas semanas. Saiu pela Argentina, mas com o fechamento das fronteiras no país vizinho, teve que voltar pelo Brasil. Após a reprogramação do voo ela partiu ontem de Atlanta com destino a São Paulo.

Kelly contou que por sorte, saiu dos Eua e conseguiu retornar,  mas ficou surpresa com os procedimentos na chegada ao Brasil. A jornalista relatou que em Guarulhos, não foi abordada por ninguém e não passou por nenhum controle.

“O voo internacional da Delta estava lotado e tinha muita gente tossindo”, disse Kelly, que também afirmou que “parece que não estão levando a sério o assunto”.

De Guarulhos ela veio para Foz, onde também desembarcou tranquilamente e seguiu até a aduana argentina . “Isso é muito grave porque não há controle em nenhum aeroporto. Nem em Guarulhos, nem em Foz”, relatou.

Ao atravessar a fronteira, tanto na aduana brasileira quanto na Argentina, nada de controle.

Ao chegar ao país vizinho, ela procurou orientação e avisou que tinha estado nos EUA. Porém, entrou na Argentina normalmente. Kelly comentou: “não deixam os estrangeiros entrarem, mas os argentinos vem e vão ao Brasil. De que adianta?”

De maneira voluntária, a jornalista vai manter quarentena por 14 dias.

Prevenção

O ministério da Saúde do Brasil recomenda às pessoas que chegarem de uma viagem internacional, mesmo sem apresentarem sintomas, fiquem em casa por 7 dias. Caso apresentem tosse ou coriza, a recomendação é estender o prazo para 14 dias.

De acordo com o site viagemeturismo, o Brasil já está no que se chama terceira fase epidemiológica ou de transmissão comunitária, quando não é mais possível identificar a fonte ou pessoa transmissora.

Cris Loose

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