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Diminui procura por informações no Plantão Coronavírus

(Foto: AMN)

Infectologista alerta que não é hora de relaxar nos cuidados.

O Plantão Coronavírus, serviço de informações disponível 24 horas à população, têm registrado uma baixa procura nos últimos dias. Das cerca de 500 ligações diárias em março, hoje os voluntários atendem em média 100 chamadas por dia.

A queda, segundo a médica infectologista e coordenadora do serviço, Flávia Trench, deve-se a despreocupação dos moradores com a doença. “No início as pessoas estavam curiosas sobre esses sintomas. Hoje perderam o medo. O foco da curiosidade mudou, como tivemos poucos casos na cidade (38 confirmações), muitos acham que as medidas são exageradas, e há até quem negue a pandemia”, afirma.

O período, segundo ela, não é de relaxamento. “Sabemos que além do corona, outros vírus circulam pela cidade, mas as pessoas precisam ter clareza que se há sintomas respiratórios, o primeiro caminho é o plantão”, reforçou.

O Plantão, além de informar, também pode realizar encaminhamentos para outros serviços como a Telemedicina, por exemplo. “O telefone é a maneira mais eficiente para o usuário saber em qual local pode ser atendido quando estiver com febre ou falta de ar, por exemplo. Quando ligam, a chance de buscar o local certo, aumenta”.

O plantão foi criado pela Vigilância Epidemiológica em 29 de janeiro como medida de prevenção ao Coronavírus. Posteriormente ele foi repassado para o Hospital Municipal sob a coordenação da Unila (Universidade Federal da Integração Latino Americana). Cerca de 90 acadêmicos de medicina atuam em sistema de escala no plantão, sob a coordenação de médicos e professores da Universidade.

(Foto: AMN)

Leia mais: https://www.amn.foz.br/posts/?dt=infectologista-reforca-a-utilidade-do-plantao-coronavirus-cml1eXRXYmdXb2xlZVNHMVZLRU1LUT09

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