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Onça-parda é vista próximo ao Canal da Piracema, na Itaipu

Em tempos de baixo movimento de carros e pessoas, ocasionado pelo isolamento social devido à pandemia do coronavírus, os animais silvestres estão mais à vontade para circular em áreas povoadas. O último flagrante foi feito nesta quarta-feira (22), pelo agente de segurança Mauro Teixeira do Amaral (SEOC.AD). Ele avistou uma onça-parda (Puma concolor) circulando próximo ao Canal da Piracema da Itaipu.

A onça-parda foi avistada na última quarta-feira (22). (Foto: Mauro Teixeira do Amaral – SEOC.AD)

De acordo com a equipe de fauna da Divisão de Áreas Protegidas (MARP.CD), o avistamento de animais silvestres em áreas florestais, como o Refúgio Biológico Bela Vista (RBV), comprova o sucesso do programa de preservação da biodiversidade da empresa.

É comum a passagem de animais silvestres próximos às áreas do RBV.

“A presença destes animais é um excelente indicador do sucesso da restauração de biodiversidade ao longo destes 40 anos e coopera na regulação de todas as demais populações de animais”, afirma a gerente da MARP.CD, Liziane Kadine.

Topo de cadeia, a onça-pintada se movimenta pelas áreas florestais em busca de presas como capivaras, tatus, quatis, macacos, entre outros animais.

Liziane reforça que, embora o flagrante de uma onça-parda em áreas de circulação humana possa causar medo, o risco de acidente envolvendo estes animais é mínimo. Quando ocorrem, normalmente são ocasionados por comportamentos irregulares ou indevidos do ser humano. Entre ações que devem ser evitadas estão caçar, alimentar o animal ou se aproximar de maneira provocativa e intencional ao bicho.

Em caso de encontro ou avistamento de onças-pardas:

– Mantenha a calma, não grite, não faça movimentos bruscos e não se movimente em direção ao animal, ele naturalmente tende a fugir de seres humanos.
– Nunca tente se aproximar do animal, deixe-o continuar o seu trajeto. 
– Nunca saia de um local seguro como guaritas, salas ou veículos para visualizar melhor o animal, nem para fazer registros como fotografias ou filmagens. 
– Caso esteja a pé, não vire de costas para a onça; mantenha o contato visual, mas sem ser diretamente nos olhos do animal.
– Levante os braços sem movimentos bruscos e caso esteja com criança a coloque sobre os ombros para parecer maior e ser reconhecido como um humano; afaste-se lentamente até chegar à distância ou local seguro.
– Apenas caso seja acuado pelo animal e sem possibilidade de sair do local, utilize algum dispositivo sonoro, como apito ou buzina; na falta de um dispositivo, grite e bata palmas para se defender e assustar o animal; não o assuste sem necessidade.

Leia mais: https://jie.itaipu.gov.br/conte%C3%BAdo/avistamento-de-on%C3%A7a-parda-confirma-sucesso-de-programas-de-recupera%C3%A7%C3%A3o-ambiental

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