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Paraná terá safra de pinhão menor este ano

(Foto: AEN)

Redução no volume é decorrência de inverno não rigoroso no ano passado e seca prolongada. A colheita, venda, transporte e armazenamento estão permitidos no Paraná desde 1º de abril.

Produto tradicional da época mais gelada (outono/inverno), principalmente na Região Sul do País, o pinhão não será encontrado em grande quantidade no Paraná este ano e, consequentemente, os preços serão superiores aos praticados em 2019. A colheita, venda, transporte e armazenamento estão permitidos no Paraná desde 1º de abril pelo Instituto Água e Terra (IAT).

O pinhão normalmente é coletado nos campos depois que as pinhas debulham naturalmente em decorrência da maturação. Esse processo possibilita a alimentação da fauna, além da difusão da espécie, pois as sementes são carregadas e espalhadas por animais. Mas há também extrativistas que derrubam as pinhas com auxílio de instrumentos.

Volume – Muitas sementes são vendidas diretamente aos consumidores, até mesmo nas beiras de estrada. Por isso, é difícil ter controle total sobre o volume da produção. No ano passado, a estimativa é que o Paraná tenha produzido 4,28 mil toneladas de pinhão. A safra começa em abril e normalmente se estende até junho.

O Centro-Sul do Paraná é a principal região onde estão as araucárias no Estado. O Núcleo Regional da Secretaria da Agricultura de Guarapuava, composto por dez municípios, concentra aproximadamente 37% da produção estadual, o que, no ano passado, representou 1.566 toneladas.

A estimativa é que haverá redução entre 15% a 20% na produção de pinhão. Desta forma, na região de Guarapuava, o volume deve chegar a aproximadamente 1.330 toneladas.

Em contrapartida, há elevação no preço do produto. No Centro-Sul, o quilo é vendido por cerca de R$ 4,20 no campo e chega ao consumidor final no mercado varejista, com preço oscilando entre R$ 7,50 a R$ 8,50.

Leia mais: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=106792&tit=Parana-tera-safra-depinhao-menor-este-ano

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