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Asilo adota ‘cortina do abraço’ para proteger residentes do coronavírus e aproximar da família em Santa Maria (RS)

(Foto: Novo Lar/Divulgação)

Tela de plástico protege os pacientes da Covid-19 ao mesmo tempo em que permite o contato com familiares. Rio Grande do Sul investiga 11 surtos em instituições de longa permanência.

Um lar de idosos em Santa Maria, na Região Central do estado, adotou uma maneira criativa para driblar a exposição do residentes ao coronavírus e, ao mesmo tempo, reaproximá-los dos familiares: a “cortina do abraço”. A tela de plástico com quatro acessos para os braços permite que eles se aproximem depois de quase 70 dias isolados socialmente.

A medida foi implementada no final de abril junto com a retomada das visitas presenciais. O Ministério Público permitiu os encontros, porém, com restrições, como distanciamento de 2 a 3 metros e revezamentos nos horários entre as famílias para evitar aglomerações.

Tanto o familiar como os residentes usam máscaras, higienizam as mãos e, por meio desta proteção, podem dar um abraço por alguns minutos todos os dias.

RS investiga 11 surtos em asilos

O Rio Grande do Sul investiga 11 surtos de coronavírus em instituições de longa permanência, como os asilos de idosos. Além disso, segundo o último boletim do Centro Estadual e Vigilância em Saúde (Cevs), foram registradas 11 mortes em asilos de Lajeado, Passo Fundo, Carlos Barbosa e Esteio.

Leia mais: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2020/06/05/asilo-adota-cortina-do-abraco-para-proteger-residentes-do-coronavirus-e-aproxima-los-da-familia-em-santa-maria.ghtml

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