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Líbano ordena prisão domiciliar para autoridades do porto onde ocorreu explosão

(Foto: Pixabay)

Tragédia teria sido causada por material químico armazenado de modo incorreto por anos.

O governo do Líbano decidiu nesta quarta-feira (5) colocar todos os funcionários responsáveis pelo porto de Beirute desde 2014 em prisão domiciliar. É uma das ações em resposta à explosão do armazém na região portuária da capital do país que aconteceu na terça-feira (4).

O Líbano declarou estado de emergência de duas semanas. Em entrevista a uma rede local de televisão, o ministro da Saúde, Hamad Hassan, disse que há cerca de 5 mil feridos e ao menos 135 mortos.

O governo local informou também que 250 mil pessoas estão desabrigadas, porque tiveram suas casas transformadas em escombros após a explosão. A suspeita é que ela tenha partido de um armazém onde se guardava material com potencial explosivo.

O Exército libanês vai supervisionar a prisão dos funcionários até que se identifique quem deixou 2.750 toneladas de nitrato de amônio por seis anos em um depósito. Não está claro quantas pessoas foram presas nesta quinta e qual cargo ocupavam dentro da autoridade portuária.

Imagens de drones mostram que a explosão atingiu silos de trigo que ficavam no porto. Estimativas iniciais indicam que cerca de 85% dos grãos do país, que são majoritariamente importados, estavam armazenados nos armazéns que foram destruídos.

Leia mais: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/08/05/governo-do-libano-decidiu-prender-todos-os-responsaveis-pelo-porto-de-beirute.ghtml

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