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Bombeiros do Paraná vão ajudar no combate a incêndio no Pantanal

31 bombeiros militares começam nesta quarta-feira (16), a missão Pantanal. O objetivo é ajudar a controlar os focos de incêndio na região. Estado colabora também com veículos e equipamentos especializados. (Foto: AEN)

As forças de segurança do Paraná vão colaborar no combate às queimadas na região do Pantanal, em Mato Grosso do Sul. Por determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior, 31 bombeiros militares chegam nesta terça-feira (15) a Campo Grande. Na quarta (16), o grupo de desloca para Corumbá, base fixa da comitiva paranaense no Estado vizinho, começando os trabalhos de campo.

Além disso, o Governo vai disponibilizar sete caminhões de combate a incêndios e equipamentos especializados como abafadores, enxadas e mochilas. Um drone também ajudará na localização dos focos de fogo. Um novo grupo, com oito homens, seguirá com os veículos para o Pantanal também nesta quarta.

De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros do Paraná, coronel Samuel Prestes, a iniciativa do Paraná reforça a condição da corporação de ser um exemplo no País. “A ação mostra integração, solidariedade e também a importância que o Paraná tem no cenário nacional”, ressaltou.

Segundo ele, o apoio ao Mato Grosso do Sul não vai causar nenhuma deficiência no atendimento prestado à população paranaense. “Esse apoio será sem prejuízo das atividades aqui no nosso Estado. Continuaremos com as equipes combatendo os incêndios florestais também aqui no Paraná. É um período em que as queimadas aumentam bastante”, disse Prestes.

Ele explicou que o grupo estará equipado com o chamado Kit Pickup que transforma a viatura num pequeno caminhão de combate a incêndio florestal. “As viaturas são 4×4 e podem entrar em qualquer terreno”, completou o coronel.

Inicialmente, explicou o tenente-coronel Ezequias de Paula Natal, comandante da missão Pantanal, os representantes do Corpo de Bombeiros do Paraná ficarão na região por 15 dias. Mas, segundo ele, o prazo pode ser prorrogado de acordo com necessidade da atividade. O comandante lembrou que a ação vai além da preservação do meio ambiente. “É uma questão de saúde também. Diminuir os focos de incêndio significa menos quantidade de fumaça no ar, com reflexo imediato na respiração das pessoas”, comentou Natal.

Com informações da AEN

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