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Marinha e Itaipu firmam convênio para reforçar segurança do reservatório

Cooperação garante o apoio logístico da Itaipu a ações da Marinha e foi firmada nesta segunda (26), pelo diretor-geral brasileiro da empresa e pelo comandante do 8º Distrito Naval. (Foto: Itaipu Binacional)

A Itaipu Binacional e a Marinha do Brasil firmaram, nesta segunda-feira (26), um convênio de cooperação que vai contribuir para a melhoria da segurança na área do reservatório da usina, na margem brasileira da fronteira entre o Brasil e o Paraguai. A cooperação foi firmada pelo diretor-geral brasileiro da Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, e pelo comandante do 8º Distrito Naval, vice-almirante Sérgio Fernando de Amaral Chaves Junior.

O acordo prevê apoio logístico da Itaipu a operações da Marinha no reservatório e em áreas próximas às praias dos municípios lindeiros, tais como abastecimento e manutenção de viaturas e embarcações. Isso irá reforçar as ações de repressão aos ilícitos transfronteiriços e ambientais, bem como a segurança do tráfego aquaviário realizado nas vias navegáveis.

“Este acordo de cooperação vai permitir à Marinha atuar com mais intensidade, tanto a partir da Capitania Fluvial do Rio Paraná, em Foz do Iguaçu, como pela Delegacia Fluvial de Guaíra”, afirmou o vice-almirante Chaves. 

O acordo é semelhante a um convênio que a Itaipu recentemente firmou com o Exército Brasileiro, que também reforça a segurança na área do reservatório por meio do apoio logístico por parte da binacional.

“A Itaipu é uma estrutura estratégica binacional crítica para a segurança energética do Brasil e do Paraguai, daí a importância da empresa atuar com responsabilidade em relação ao seu patrimônio e às condições para seguir produzindo energia para os dois países. Por isso, essa atuação em parceria com as forças de segurança na fronteira, coordenada com a margem direita, é essencial”, afirmou o general Joaquim Silva e Luna.

O convênio de cooperação técnica entre as duas instituições prevê a atuação conjunta nas ações de segurança por um prazo de cinco anos. 

Com informações da Itaipu Binacional 

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