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Caacupé 2020: “a discussão está aberta, isso ainda não está definido”

A realização da celebração da Virgem de Caacupé, feriado religioso mais tradicional do Paraguai, realizado no dia 8 de dezembro, vai depender das condições epidemiológicas e da capacidade de controle para o cumprimento das medidas sanitárias. (Foto: Arquivo Pessoal)

O chefe da Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde do Paraguai, Guillermo Sequera, declarou que a festa da Virgem de Caacupé é um acontecimento que tem riscos, mas que a intenção não é proibir tudo para controlar a pandemia.

Ele também disse que a situação ainda está sendo avaliada. “Ainda temos um mês para isso”, afirmou ele.

Sequera revelou que se a situação epidemiológica não permitir a peregrinação à Basílica, que reúne milhares de paraguaios todos os anos, será suspensa. “O bispo entende isso”, garante Sequera.

O epidemiologista disse que durante todos os domingos do mês de novembro, serão realizadas avaliações em Caacupé. Também afirmou que se as pessoas não respeitarem os protocolos e não houver controle, será arriscado realizar o grande encontro anual.

“Se percebermos que os protocolos não são seguidos durante os eventos prévios, será um sinal de que no dia 8 de dezembro não conseguiremos controlar. Se as condições não forem cumpridas, a cerimônia poderá ser suspensa”, alertou Guillermo Sequera, que finalizou dizendo que “a discussão está aberta, isso ainda não está definido.”

Com informações do Ministério da Saúde Pública do Paraguai

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