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Notificações de mortes de macacos redobram atenção para a febre amarela no Paraná

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quarta-feira (9) oito mortes de macacos pela infecção do vírus da febre amarela. Os casos ocorreram em Clevelândia (2), Coronel Domingos Soares (3) e Mangueirinha (1), e em Cruz Machado (2). (Imagem: AEN)

O Paraná registrou de 1º de julho até agora, 81 notificações de epizootias (mortes de macacos pelo vírus). Onze casos estão em investigação, 32 acorreram por causas indeterminadas, outras 30 foram descartadas e 8 foram confirmadas para a febre amarela.

A médica veterinária da Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores da secretaria, Emanuelle Gemin Pouzato, ressalta que os macacos não são transmissores da febre amarela.

“Como os humanos, eles também são contaminados pelo vírus e não oferecem risco de transmitir a doença para as pessoas”.

Humanos – Em relação a casos de febre amarela em humanos neste período sazonal, a área técnica informa que foram 10 casos notificados até esta quarta-feira (09). Nenhum deles foi confirmado – nove notificações foram descartadas e um caso permanece em investigação no município de Curitiba.

Vacina – A forma efetiva de prevenção da febre amarela é a vacina. Desde julho de 2018 todos os municípios do Paraná passaram a ser área com recomendação vacinal contra a doença devido à circulação viral.

A Secretaria de Estado da Saúde orienta todos os municípios para promoverem estratégias de intensificação seletiva de vacinação, com prioridade nas cidades afetadas, e ampliadas regionalmente.

Até o momento, a cobertura vacinal no Paraná está em 71,28%, enquanto a meta preconizada é de 95%. O cálculo percentual leva em conta apenas crianças menores de um ano que receberam a vacina no período de janeiro a outubro deste ano.

Com informações da AEN 

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