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Segunda Ponte: metade da obra deve estar pronta até o fim deste mês

Na última medição, feita em 30 de novembro, pelo Consórcio Construbase-Cidade-Paulitec, contratado pelo DER/PR para a execução da obra, foi verificado um avanço de 48,96% no projeto. (Foto: Kiko Sierich/PTI)

Até o final de dezembro, a estimativa é que metade da obra da Ponte da Integração, que a margem brasileira de Itaipu está financiando para ligar Foz do Iguaçu, no Brasil, e Presidente Franco, no departamento paraguaio de Alto Paraná, esteja concluída.

Iniciada em agosto de 2019, a previsão é que a obra fique pronta em meados de 2022. O investimento total é de aproximadamente R$ 463 milhões, incluindo o acesso perimetral.

A Ponte da Integração – Considerada uma das mais importantes obras estruturantes para a região e, por consequência, para todo o Mercosul, a Ponte da Integração começou a ser erguida em agosto de 2019, antes da crise da pandemia da Covid-19, e sobreviveu ao período – o mais grave dos últimos tempos também do ponto de vista econômico.

Ao longo do ano de 2020, tem empregado diretamente 452 pessoas em ambas as margens do Rio Paraná, no Brasil e Paraguai.

A segunda ponte é uma obra do governo federal com gestão do governo do Paraná (por meio do Departamento de Estradas de Rodagem – DER). A execução é do consórcio Ponte Foz – Construbase/ Cidade/ Paulitec.

A maquete da nova ponte. (Foto: Rubens Fraulini/Itaipu)

Do tipo estaiada, a ligação terá 760 metros de comprimento, com vão-livre de 470 metros – o maior da América Latina -, e 40 metros de largura. Ela terá como principal papel desafogar o trânsito pesado na região e contribuir para o Oeste do Estado se transformar num hub logístico.

“Além de todo o legado que a obra representará para a fronteira, é importante ressaltar que a construção manteve o pique durante uma época terrível de desemprego vivida por Foz, quando quase 5 mil vagas foram perdidas”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna. E completa: “Cumprimos assim mais do que nossa missão de gerar energia limpa e renovável, abrindo frentes de trabalho para nossa gente, cuidado um dos outros”.

Depois de concluída, a segunda ponte, juntamente com as demais obras financiadas pela margem brasileira de Itaipu, vai mudar o perfil econômico e estratégico de toda a região de fronteira e do Oeste do Paraná.

Com informações da Itaipu Binacional 

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