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Porto Seco de Foz do Iguaçu está sendo ampliado

A Receita Federal do Brasil iniciou as obras expansão do Porto Seco de Foz do Iguaçu para otimizar o movimento das cargas.  (Foto: Receita Federal)

Desde junho desse ano a Receita Federal vem registrando um aumento no fluxo de caminhões entre o Brasil e o Paraguai. Apesar do fechamento da fronteira terrestre, o transporte de cargas não parou e o movimento durante a pandemia acabou provocando o esgotamento da capacidade do Porto Seco de Foz do Iguaçu.

Para resolver o problema foi formado um gabinete de crise coordenado pela Receita Federal, onde foram discutidas algumas propostas. No dia 26 de novembro a Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu sediou uma Reunião Bilateral Local entre Brasil e Paraguai convocada com o objetivo de aumentar a eficácia dos procedimentos e a interação entre os pares aduaneiros.

Porto Seco – Outra medida foi a expansão do Porto Seco de Foz do Iguaçu. Até fevereiro de 2021, a estimativa é que a capacidade da estrutura passe das atuais 810 vagas para 1.000 vagas, aumentando em 23% a capacidade de processamento de cargas. A ampliação representa a possibilidade de um aumento de R$ 4 bilhões no comércio da fronteira.  

Plano de ação – A Receita Federal pretende ainda aumentar a capacidade de veículos no Porto Seco de Cascavel e no Porto de Santa Helena; viabilizar a recepção de caminhões em fila dupla na Ponte Internacional da Amizade; ajustar o horário de cruze das exportações provenientes de Cascavel; realizar as operações do Ministério da Agricultura (MAPA) nos recintos paraguaios; aumentar os  horários de trabalho de ambas as aduanas; e redirecionar os caminhões para a Aduana Paraguaia quando houver filas de caminhões na Ponte Internacional da Amizade.

Segundo o Delegado da Receita Federal em Foz do Iguaçu, o Auditor-fiscal Paulo Bini, as ações já implementadas apresentaram reflexos imediatos no primeiro dia de operação.

Com informações da Receita Federal 

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