Paraná

Preços dos produtos natalinos variam até 139% nos supermercados de Foz do Iguaçu

De acordo com o levantamento do Centro de Pesquisas Econômicas e Aplicadas da UNILA, a uva-passa foi o produto natalino que apresentou maior variação de preço em dezembro de 2020: 139,1% (Foto: Unila/Divulgação)

Nos supermercados de Foz do Iguaçu, o quilo da polêmica fruta seca varia 139,1%. Esse mesmo produto apresentou aumento de 37,6% em relação ao Natal de 2019.

Queda – Conforme a pesquisa do Cepecon, os únicos produtos que ficaram mais baratos neste Natal foram o Chester (-23,2%) e a Sidra, que teve queda de 14,5% em relação a dezembro de 2019. Mas mesmo com essa queda, a diferença nos preços  chegou a 118%.

Alta – Os produtos que ficaram mais caros em 2020 foram o pernil, com alta de 91,7%; e o panetone, que teve aumento de 45,2%. O peru e o lombo, típicos do Natal, ficaram 7,6% e 25,7% mais caros, respectivamente. Já o frango está 31% mais caro que no ano passado.

Como sempre, a dica para fazer boas opções de consumo é pesquisar. Porém, este ano, é necessário levar em consideração todos os cuidados para proteger-se da Covid-19.

“A pesquisa de preço antes das compras de fim de ano ainda é a grande aliada do consumidor. Obviamente, em um período de pandemia, a ida a vários supermercados pode não ser uma boa opção. Sempre indicamos a consulta pelo app Menor Preço, do Nota Paraná, onde é possível saber o local de compra com o menor preço”, ressaltou o coordenador do Cepecon, Henrique Kawamura.

IPC-Foz aumentou 3,7% em dezembro – O Cepecon também divulgou que, em dezembro de 2020, o Índice de Preços ao Consumidor de Foz do Iguaçu (IPC-Foz), dos itens da cesta básica, apresentou um aumento de 3,7% em relação ao mês anterior. As carnes, com grande peso no orçamento, foram os itens de maior contribuição para o aumento do IPC-Foz. Em média, a proteína ficou 7,3% mais cara. 

O frango também ficou mais caro no período, cerca de 4,7% em relação a novembro. Já o preço dos ovos aumentou 17,3%. Esse aumento é reflexo da alta nos preços das carnes nos últimos meses, que fez com que crescesse a procura por outra proteína animal.

Com informações da Unila 

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