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Vacina: idosos acamados já podem ser cadastrados na página da Prefeitura de Foz

O cadastro pode ser feito no site da Prefeitura. Eles serão imunizados contra a Covid-19 nas próprias casas, assim que possível, de acordo com a Secretaria da Saúde. (Foto: AEN)

A Secretaria da Saúde de Foz do Iguaçu vacinou, até terça-feira, (26), 2.075 pessoas, entre trabalhadores dos hospitais Municipal Padre Germano Lauck, Ministro Costa Cavalcanti, Unimed, UPAs, Unidade de Saúde Padre Ítalo, Siate e Samu; todos os idosos residentes em instituições de longa permanência; além de pessoas acima de 18 anos com deficiências graves que moram nas residências inclusivas.

O município recebeu, até agora, 5.653 doses de vacina – 3.193 da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac; e 2.460 da AstraZeneca com a Oxford – Fiocruz.

Ampliação – Em entrevista para a Rádio Itaipu FM a Secretária disse que como a vacinação dos servidores da linha de frente e das pessoas institucionalizadas já está completa, com a chegada do segundo lote a imunização foi ampliada para os profissionais e trabalhadores da saúde pública.

São vacinadas, por exemplo, equipes que atuam no setor de obstetrícia dos hospitais, que atendem gestantes infectadas pelo coronavírus, as equipes de laboratórios onde são realizados exames para detecção da Covid-19 e de clínicas de hemodiálise.

Pós-vacina – Rosa disse que até agora, apenas um caso de desconforto e dor no braço foi notificado aqui em Foz. As equipes estão acompanhando todas as pessoas imunizadas. 

Centralização – Rosa lembrou que numa primeira fase as doses foram aplicadas nos locais de trabalho dos profissionais, mas desde esta quarta-feira (27), está em funcionamento um ponto de vacinação na sede da Vigilância Sanitária, para atender os profissionais que ainda não foram imunizados.

“A gente achou melhor centralizar para que os profissionais tenham um ponto de referência. Só hoje cedo, pelo que me informaram, passaram por lá cerca de 130 trabalhadores da saúde”, afirmou a secretária.  

Rosa também lembrou que o objetivo é vacinar primeiramente os trabalhadores da saúde pública para, só depois, imunizar também os profissionais da rede privada”, disse.

Ela frisou que o ritmo da vacinação depende da chegada de novos lotes de vacina. 

Cadastramento – Rosa também lembrou que desde esta segunda-feira (25), idosos acamados já podem ser cadastrados no site da prefeitura para também receber a imunização assim que entrarem na relação de prioridade. “Assim que tiver vacina, as equipes irão até as casas desses idosos para aplicar o imunizante”, orientou.

O cadastramento pode ser feito AQUI. Quem tiver alguma dificuldade também pode procurar uma Unidade de Saúde e pedir auxílio para inserir os dados no Cadastro. Mas só vale para idoso acamado. 

Programação – A Secretária também disse que a orientação é vacinar na sequência as pessoas com mais de 75 anos. Depois desse grupo, seria a vez das pessoas com idade entre 60 a 74 anos e assim por diante, mas essa programação ainda pode mudar.   

Transparência – Rosa Jeronymo ressaltou que já foram enviados os ofícios com as informações para cinco órgãos fiscalizadores, com a lista das pessoas que já foram vacinadas.

“Não queremos, de forma alguma, que haja desvios de vacina. Fazemos questão de manter todo esse processo transparente”, disse. Rosa também informou que a lista será atualizada diariamente. 

Ao contar que tem recebido informações de que alguns trabalhadores da saúde não querem receber a vacina, a Secretária disse que a imunização não é obrigatória, mas que é preciso assinar um termo de recusa. Ela finalizou dizendo que vacina salva vidas.

“Eu peço que a população acredite na ciência. O Brasil é exemplo na erradicação de doenças em função da vacinação e hoje a vacina é o nosso único meio de colocar fim na pandemia. É preciso acreditar na segurança da vacina. E enquanto nem todos são imunizados, temos que continuar mantendo os cuidados que adotamos desde março do ano passado”.

Confira a entrevista completa AQUI.

Cris Loose Compartilha

Um comentário
  1. Laura Ferrer

    Só acho que deveria ser obrigatória para os profissionais que trabalham na área da saúde, pois nada impedem de contrairem o vírus e estarem passando para os pacientes…ja que muitos são assintomáticos….

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