Foz do Iguaçu

CCZ inicia encoleiramento de cães para a prevenção contra a Leishmaniose em Foz

Mais de 700 animais deverão receber a coleira antiparasitária para evitar a contaminação pela doença em seis dias. Em 2020, Foz do Iguaçu registrou quase 400 casos em 1.536 animais testados. (Foto: PMFI)

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Foz do Iguaçu iniciou nesta semana uma nova etapa de encoleiramento de cães para a prevenção da Leishmaniose Visceral Canina, na região do Bubas. O cronograma de ação prevê a proteção de 720 animais, em uma força-tarefa que vai durar seis dias – até o momento mais de 240 animais já foram protegidos pelas quatro equipes que estão atuando no local.

Prevenção – As coleiras antiparasitárias ajudam a reduzir a transmissão da doença entre os animais e, por consequência, o contágio entre os humanos. Para os cães sadios, o acessório serve como repelente contra o mosquito-palha, transmissor do vetor. Já nos animais doentes, ela serve para evitar que o inseto pique, interrompendo a propagação da doença.

Casos – Em 2020, Foz do Iguaçu registrou quase 400 casos em 1.536 animais testados.

A escolha do Bubas, de acordo com o CCZ, se deu por conta da alta vulnerabilidade do local e pelo grande número de demandas recebidas com relação a animais doentes e que apresentam sinais clínicos de leishmaniose.

Outros cuidados – Em entrevista para a Roda de Conversa da Rádio Itaipu FM, no começo da tarde desta quinta-feira (18), a veterinária Camila Perin Welter Muraro, que atende em uma clínica aqui em Foz do Iguaçu, falou que além da coleira, há outras alternativas para prevenir a doença.

Ela também alertou para os cuidados com os jardins e os quintais, que devem ser mantidos limpos para evitar os mosquitos. 

Camila deu outras orientações bem legais para quem tem pets.

Confira a entrevista, que foi dividida em duas partes. Parte 1 e Parte 2.  

Cris Loose Compartilha

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