BrasilFoz do Iguaçu

Itaipu ilumina edificações em referência à campanha Coração Azul

Campanha convida pessoas a lutarem por medidas que ajudem a acabar com o tráfico de pessoas. (Foto: Rubens Fraulini/Itaipu Binacional) 

Em alusão à luta contra o tráfico de pessoas, a Itaipu Binacional vai manter a iluminação azul das fachadas do Centro de Recepção de Visitantes e das calotas do Parque da Piracema, dentro da usina, até o dia 30 de julho, Dia Mundial Contra o Tráfico de Pessoas.

A ação faz parte da campanha Coração Azul, que convida as pessoas a lutarem por medidas que ajudem a acabar com o tráfico humano. O azul foi escolhido pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) por representar a liberdade e, ao mesmo tempo, a tristeza das vítimas.

A mobilização é feita mundialmente e, no Brasil, tem a parceria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, da Secretaria Nacional da Justiça e Cidadania, do UNODC. No Paraná, a coordenação da campanha é de responsabilidade da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho.

A iniciativa também tem o apoio do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf), por meio da Câmara Técnica de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de Foz do Iguaçu.

Além do tráfico humano, a campanha tem como missão a prevenção e o combate ao trabalho análogo ao de escravo, à servidão doméstica, à remoção de órgãos e à adoção ilegal.

Como identificarSegundo Matthew Nau, agente do Serviço de Segurança Diplomática do Departamento de Estado dos EUA, as vítimas de tráfico normalmente parecem não ter controle sobre a própria vida, aparentam ter sido privada de alimento, água e sono, não têm pertences pessoais, têm uma condição de vida instável e até têm problemas de memória, além de poderem sofrer de depressão e ansiedade e desconfiar de pessoas em posições de autoridade, como a polícia.

No caso de vítimas do tráfico para fins sexuais, outras características que podem ser indício do crime são: ferimentos, cortes e queimaduras, vício em drogas ou álcool, usar gírias associadas à prostituição, passar tempo com outras pessoas que demonstram os mesmos indicadores de tráfico e frequentar os mesmos locais anualmente ou sazonalmente.

Para denunciar casos de tráfico de pessoas, contrabando de migrantes, tráfico de mulheres e outros crimes semelhantes às autoridades brasileiras, disque 100 ou ligue para o número 180.

Com informações da Itaipu Binacional 

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