Covid-19Foz do Iguaçu

Secretaria Municipal de Saúde orienta serviços sobre uso racional do teste para detecção da covid em Foz

Em 10 dias, foram feitos 22 mil testes; houve casos de pessoas que repetiram exame em menos de 24 horas. (Foto: Christian Rizzi/PMFI)

A Secretaria de Saúde de Foz do Iguaçu informou que não há falta de testes para detecção da covid-19 na cidade. Mesmo assim, a orientação aos serviços da rede municipal de saúde é para que seja feito o uso racional dos exames.

O pedido da Secretaria considera o alerta epidemiológico da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Municipal de Saúde (OPAS/OMS), que recomenda o uso racional dos testes para assegurar o seu abastecimento tanto para a vigilância quanto para a atenção médica.

A secretaria esclareceu, no entanto, que ainda nesta semana o Município recebeu mais de 27 mil testes rápidos de antígeno. Em todo o mês de janeiro, foram recebidos quase 45 mil exames. Devido à alta procura e ao aumento de casos da doença, desde o último sábado (15) a prefeitura implementou cinco pontos de testagem em escolas nas cinco regiões da cidade, que funcionam de segunda a sábado das 9h às 21h.

“A testagem é, sim, necessária e fundamental para evitarmos novos contágios e para termos dados estatísticos que possam fundamentar nossas decisões. Mas o que temos observado é que existem muitas pessoas que estão buscando a testagem sem nenhum sintoma mais de uma vez por dia”, afirma a secretária municipal de Saúde, Rosa Maria Jerônymo. “É importante destacar que a prevenção da covid ainda deve ser feita com os cuidados básicos que falamos desde o início da pandemia: uso de máscaras, lavagem das mãos e uso do álcool em gel, e evitar aglomerações. E, claro, com a vacinação, que se mostrou muito eficaz para o não agravamento dos casos”, destacou.

Conforme o documento emitido pela Secretaria de Saúde, os testes serão priorizados nos seguintes casos:

  • todos os casos que exigem hospitalização devido a sintomas respiratórios;
  • pacientes com sintomas respiratórios que estejam nos grupos de risco para agravamento da doença;
  • profissionais de saúde com sintomas respiratórios (para permitir orientação referente ao retorno ao trabalho);
  • pacientes que precisam ser hospitalizados por outros motivos, para detecção de covid-19 de acordo com as normas de cada país/território e de cada instituição;
  • profissionais com sintomas respiratórios que fazem parte de serviços essenciais e presenciais, como profissionais de segurança (para permitir orientação referente ao retorno ao trabalho).

Com informações da PMFI

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