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Receita Federal doa mais de 30 toneladas de roupas para vítimas das enchentes em Minas Gerais

Quatro caminhões saíram de Paranaguá (PR) com as mercadorias a serem doadas, que também incluem eletrodomésticos e brinquedos. (Fotos: Receita Federal)

A superintendência da Receita Federal no Paraná e Santa Catarina enviou quatro caminhões com mercadorias que serão doadas para as famílias atingidas pelas enchentes que castigaram Minas Gerais no início deste mês. Além de 30 toneladas de roupas e calçados, o lote enviado também contém brinquedos e eletrodomésticos, tais como geladeiras e máquinas de lavar.

Os itens doados são fruto do trabalho da Receita Federal no combate à entrada ilegal de produtos no país. As apreensões ocorrem, por exemplo, quando o importador tenta introduzir a mercadoria sem declarar o real valor, ou quando os produtos têm a comercialização proibida no país, como é o caso dos produtos piratas. Nestes casos, o vestuário sofre alterações para retirar a marca falsificada, e é posteriormente doado às famílias.

A superintendente da Receita Federal no Paraná e Santa Catarina, Cláudia Regina Thomaz, destacou o empenho das unidades paranaenses e catarinenses do órgão para atender ao pedido de auxílio.

“Assim que soubemos da enchente, as unidades se mobilizaram para separar o material possível de ser doado o quanto antes para mitigar o sofrimento das vítimas. Ficamos felizes que o trabalho da Receita Federal no combate ao contrabando e à sonegação possa ser revertido em alguma forma de auxílio para quem perdeu seus bens com as chuvas”, destacou.

Os quatro caminhões seguiram para Minas Gerais no final da semana passada, e a entrega dos itens será realizada nesta terça-feira (1), nos municípios de Governador Valadares, Almenara e Caratinga.

Apesar de haver uma vedação para destinação de mercadorias apreendidas que possam vir a ser distribuídas gratuitamente à população em ano em que se realiza eleição, há uma exceção quanto ao atendimento a órgão da Administração Pública em situação de emergência ou de calamidade pública.

Com informações da Receita Federal 

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