Paraguai

Continuam as investigações da operação “A Ultranza Py”, no Paraguai

As casas estão localizadas no condomínio “Aqua Village” e seriam de Miguel Insfrán e Alberto Koube, vinculados e presos por um esquema de lavagem de dinheiro. (Foto: Ministério Público/Divulgação)

No sábado (26), três residências em um condomínio de luxo na cidade de Altos, foram vistoriadas no âmbito da operação “A Ultranza Py”, que já conta com 41 imóveis revistados no Paraguai.

As casas estão localizadas no condomínio “Aqua Village” e seriam de Miguel Insfrán e Alberto Koube, vinculados e presos por um esquema de lavagem de dinheiro.

A operação “A Ultranza Py” começou na terça-feira (22), com uma dezena de procedimentos simultâneos.

Investigação – A investigação começou no final de 2019 com a cooperação da DEA, Europol e da Direção Antidrogas do Uruguai (Dgrtid). A estrutura era dedicada ao tráfico de cocaína por meio de contêineres com produtos de exportação e com destino à Europa.

A estrutura está diretamente envolvida em três cargas de 16 toneladas que foram retidas na Bélgica e na Holanda. Parte da estrutura incluiu a instalação de empresas no país para lavagem de dinheiro, que, segundo a investigação, envolve pecuaristas, concessionárias de automóveis, serviços de transporte, venda de barcos e até compra e venda de jogadores de futebol.

Balanço – Até agora, 41 propriedades foram vistoriadas, incluindo residências e empresas. Foram apreendidos 25 veículos de alto padrão, nove aviões, três barcos, 30 caminhões, 25 máquinas agrícolas e 4.672 cabeças de gado.

Quanto aos detidos, até agora são sete, incluindo Miguel Insfrán e Alberto Koube, considerados chefes do carregamento de cocaína e do esquema de lavagem de dinheiro, respectivamente. Outro dos líderes do esquema de envio de drogas, Sebastián Marcet, continua foragido.

Com informações da Agência IP

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