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Inmet alerta para “grande perigo” de temporais no oeste e no sudoeste do Paraná

O alerta vale para o Paraná, Santa Catarina e para o Rio grand do Sul. (Foto: Inmet/Reprodução)

O Inmet – Instituto Nacional de Meteorologia – emitiu um alerta de grande perigo de chuvas intensas nesta quinta-feira (24), para o oeste e para o sudoeste do Paraná, além de outras regiões dos estados do Sul do país. 

No fim da manhã um vendaval assustou os moradores de Foz do Iguaçu. De acordo com o Simepar – Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, às 11h45 foram registradas rajadas de aproximadamente 56 km por hora. 

O vento trouxe a chuva e derrubou a temperatura que passou de 28.7 às 11h00 para 23.1 graus às 11h45. 

“São frentes de rajadas que estão na dianteira de uma frente fria que se aproxima do estado”, explicou o meteorologista do Simepar. 

Houve registro de queda de energia em algumas regiões da cidade e também de desligamento de sinaleiros. 

Limpeza – As equipes das secretarias municipais de Obras, Planejamento e Meio Ambiente, e da Defesa Civil, estão atuando em uma força-tarefa nesta quinta-feira (24) no bairro Morenitas II, no trecho mais afetado pela chuva forte de ontem em Foz do Iguaçu

(Foto: Christian Rizzi/PMFI)

Pelos dados do Simepar, em apenas três horas foram registrados mais de 120 mm de chuva, quase a quantidade esperada para o mês todo (134 mm).

Ontem o córrego Ouro Verde, que fica entre as ruas Flávio Cavalieri e Maria Bolwek, transbordou e, com as bocas de lobo entupidas, parte das vias ficou alagada. A água da chuva também invadiu algumas casas. 

O diretor de Drenagem e Obras contra Alagamentos e Enchentes, Ivan Lincon, disse que ainda ontem as equipes da Prefeitura foram até o local e fizeram o levantamento da área em busca de soluções. No trecho que envolve o córrego Ouro Verde, está sendo feita a limpeza e também a desobstrução das travessias que estão impedindo o escoamento da água da chuva na região.

“Este é um problema que existe há mais de 25 anos. A prefeitura tem monitorado a situação e buscado soluções.”

O trabalho vem sendo realizado com o apoio de caçambas e retroescavadeiras que auxiliam na retirada de entulhos e detritos.

“Este é outro problema grave. A falta de conscientização prejudica os próprios moradores, pois esses materiais, descartados de maneira incorreta, ajudam a entupir as bocas de lobo, a transbordar o córrego e, com isso, a água acaba indo para a rua e invadindo as casas. Os moradores também precisam ter essa responsabilidade”, ressaltou Ivan.

Cria Loose com informações do Inmet, do Simepar e da PMFI

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