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Governo do Paraguai vai apresentar informações relacionadas ao caso do avião retido na Argentina

O avião que transportava tripulantes venezuelanos e iranianos e permanece detido no aeroporto internacional de Ezeiza, na Argentina. (Foto: Conviasa/Reprodução)

O Poder Executivo do Paraguai informou que vai apresentar ao Ministério Público elementos relacionados ao caso do avião venezuelano-iraniano que esteve no Paraguai e permanece retido na Argentina. O objetivo é que o Ministério Público abra uma investigação e, dessa forma, ajude a prevenir e a punir possíveis casos do terrorismo.

“O Governo Nacional, cumprindo a obrigação de prestar contas à justiça, apresentará elementos relacionados com o caso do avião iraniano, esperando que os fatos sejam investigados e esclarecidos”, disse esta quarta-feira (22) o Presidente da República, Mario Abdo Benítez, por meio do Twitter.

O avião que transportava tripulantes venezuelanos e iranianos e permanece detido no aeroporto internacional de Ezeiza, na Argentina. Ontem (21) o Ministro do Interior, Federico González, comentou que o Paraguai compartilhou a informação sobre a presença do avião venezuelano-iraniano com os órgãos de inteligência da região e do mundo, depois de receber dados dos serviços de inteligência dos Estados Unidos Estados e de Israel.

A aeronave Boeing 747 da companhia aérea venezuelana Emtrasur foi retida pelas autoridades argentinas em 8 de junho, depois de ficar retida por falta de combustível. O avião esteve anteriormente no Aeroporto Guarani, em Minga Guazú, no Paraguai, onde permaneceu por cerca de três dias.

A aeronave que transportava tripulantes venezuelanos e iranianos está atualmente estacionada no aeroporto internacional de Ezeiza, na Argentina, gerando todo tipo de polêmica e especulação sobre o motivo de estar na região.

No total, cinco militares que faziam parte da tripulação e carregavam passaportes iranianos, foram detidos. Outros 14 tripulantes eram venezuelanos. Segundo a Aeroflap, Todos os passaportes foram retidos, até que a justiça finalize a pericie os telefones, tablets, computadores e pen drives.

A promotora argentina, Cecilia Incardona, decidiu investigar a relação do piloto do avião da Emtrasur, Gholamreza Ghasemi, com possíveis atos de terrorismo. Ela também acusou o restante da tripulação da aeronave em Buenos Aires, conforme informou o Infobae.

Com informações da Agência IP, Aeroflap e Infobae

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