Paraná

Paraná estabelece as diretrizes de atendimento para os casos suspeitos ou confirmados de Monkeypox

A Resolução 537/2022 entrou em vigor nesta sexta-feira (5). (Foto: Sesa/Arquivo)

Considerando que a Organização Mundial da Saúde – OMS– declarou no dia 23 de julho de 2022 que o atual surto de varíola dos macacos (monkeypox) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional; e que o Ministério da Saúde por meio da Sala de Situação, instalada em 23 de maio, monitora as notificações de casos de Monkeypox no mundo e no Brasil, a SESA estabeleceu diretrizes de atendimento para os casos suspeitos ou confirmados de Monkeypox, no Paraná. 

A Resolução 537/2022 entrou em vigor nesta sexta-feira (5). 

De acordo com o documento assinado pelo secretário da Saúde, César Neves, todos os profissionais de saúde que atuam em qualquer tipo de serviço de saúde devem estar atentos para a identificação, notificação e manejo adequado dos casos. O atendimento inicial deve ser realizado, preferencialmente, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), indicando-se internação hospitalar para os casos que apresentem sinais de gravidade. 

Para reduzir a cadeia de transmissão nos serviços de saúde, o fluxo da triagem para as salas de isolamento (em qualquer nível de atenção), deverá ser adequado, evitando contato com outros pacientes. 

Em caso suspeito de Monkeypox, deverá ser disponibilizado ao usuário a máscara cirúrgica. Além disso, ele será encaminhado para isolamento imediato, em área separada dos outros usuários, mantendo-se distância de um metro ou mais entre eles, enquanto aguarda atendimento. Caso o usuário possua lesões de pele em áreas expostas, elas devem ser protegidas por lençol, vestimentas ou avental com mangas longas. 

Recomenda-se também, aos profissionais de saúde, o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) como máscaras cirúrgicas, óculos de proteção ou protetor facial, luvas e avental, além da higienização das mãos regularmente. 

Confira a Resolução na íntegra, AQUI

Notificações – Todos os casos que preenchem a definição de caso suspeito devem ser notificados imediatamente à vigilância epidemiológica municipal, à Regional de Saúde e ao CIEVS PR no telefone (41) 99117-0444. Também será necessário preencher um formulário eletrônico de notificação e investigação disponibilizado no link redcap.saude.gov.br.

Com informações da SESA 

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